sábado, 20 de março de 2010

Qual caminho devo escolher?

Essa era a duvida de Mandy, ela seguiu com sua mãe um caminho um pouco, mas chegou a uma parte dele que ela tinha desaparecido. Então ela se encontrou entre uma bifucação. Era certo que tinha que continuar seu trajeto, porém não sabia qual caminho era melhor. Ambos eram bonitos, um deles era largo e dava até uma praia, e o outro porém era estreito e seu caminho era até uma floresta.

Qual deles você escolheria?

quarta-feira, 10 de março de 2010

Um dia eu sonhei que estava em um castelo junto observando a vida de uma princesa. Eu estava nele, mas ninguem me percebia. Não me lembro qual era o nome dela. Ela estava apaixonada por um simples plebeu, mas era impedida de ficar com ele, pois ele era pobre, mas a amava.
Ela estava desolada, se encontrava com ele, mas sempre era pega e levada ao castelo novamente. Com sua dor enorme a princesa decidiu virar uma estatua para que todos vissem sua dor. Então ela correu até um bruxo e implorou para ele que a transformasse em estatua e a posesse na fonte da praça principal.
Ela foi pega cinco vezes tentando ser estátua, mas ela não desistiu. Então na sexta vez quando viram que ela tinha sumido e foram até o bruxo, não a encontraram lá e mataram o bruxo.
Quando estavam voltando ao castelo, viram que a praça estava lotada de pessoas. E ficaram boquiabertos com o que viram. A princesa estava em cima da fonte, com um lindo vestido, mas estava chorando.



Sim eu realmente sonhei com isso, quando eu tinha apenas sete anos, mas eu nunca me esqueci desse sonho

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Um dia na aula de portugues o profº tinha pedido para escrever uma continuaçao de uma historia. ele deu um paragrafo e tinhamos que continuar....

obs.: a parte azul foi oque ele passo.

Esqueci o titulo

Meia - noite. Ela atravessa a rua apressada. Aperta com força o pacote em seus braços. ouve passos atrás de si. Sente o coração acelerado e, de repente sente uma mao fria sobre seu ombro. E em reação ao toque se corpo se enrigeceu. Ela teve medo de olhar para trás, medo de quem poderia ser.
"Minha tarefa falhou", pensou
Um homem surgiu a sua frente, com um sorriso meigo , que logo a acalmou.
- Calma Emely, sou eu, o Rafael - disse acariciando seu rosto - não podia deixar você andar sozinha por ai com o NANNOS. Já imaginou se vocÊ deixasse cair? Nossa, te desintegraria em questao de segundos.
- Sim, me desculpe, achei que estav sendo seguida - disse se acalmando - temos que chegar o mais rápido possivel ao laboratório - disse apertando com mais cuidado o pacote em seu peito.
- Acho que estamos mesmo sendo seguidos, vamos.
Então eles continuaram seu trajeto. E Emely segurava com todo cuidado o vidro que continha uma arm,a letal que custava mais que milhoes de dólares.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Me pergunto todo os dias se a loucura faz as pessoas felizes ou coitadas. Os cientistas e poetas nao teriam criados novas historias e coisas se nao tivessem uma imaginaçao muito fertil. A loucura é uma parte de todos nunca houve uma pessoa que nunca tivesse sofrido sua loucura um dia..... as vezes foi por amor ou apenas por diversão, ou uma curiosidade e imaginação que te leva a criar ou a sonhar.
Você é um louco ou um simples e chato normal e perfeito???

sábado, 20 de fevereiro de 2010

um começo de um historia sem fim

Daniel era um menino muito curioso. Ele se aventou uma vez no sótão da casa de sua avó, onde lhe foi explicitamente proibido que fosse. Mas dizer “não” a uma criança de doze anos era como dizer “sim, pode ir”. Ele estava com medo, medo pelas histórias assustadoras que sua avó contava acerca do que tinha no sótão, mas sua curiosidade foi maior que seu próprio medo, assim o impulsionando a ir.

Então, numa tarde em tinha adormecido a Sr Andersen foi ao mercado. Ela sabia que ele iria aproveitar a folga para ir para o sótão, mas deixou que continuasse a dormir e que quando acordasse fosse até onde sua curiosidade o impulsionava. Ela tinha certeza que ele não se machucaria, então nem se importou com tudo. Sempre deu a impressão ao seu neto que monstros habitavam aquele lugar, mas tudo era inventado para que assustasse seu neto. E sim assustou e ao mesmo tempo o deixou com muita curiosidade.

Quando acordou, Daniel se dirigiu a cozinha de sua avó, pois estava com muita fome. Mas ao invés de encontrar sua avó tricotando, ele avistou um bilhete em cima da mesa.

Daniel

Fui à casa de uma amiga minha, não quis te acordar, pois estava em um sono profundo. Ficarei fora por cerca de uma hora, se comporte!

Caso esteja com fome, eu fiz um bolo de chocolate seu preferido. Se tiver algum problema ligue para casa de Sr Langer, o numero se encontra na agenda ao lado do telefone.

Espero que se divirta, e se comporte!

Anne

Um enorme sorriso surgiu, mostrando seus dentes tortos. Ele estava livre para fazer o que bem entendesse, podia até ir ao lugar que estava explicitamente proibido para ela. ‘Por que não?’, pensou

Daniel, apesar de sua curiosidade, se importou com os avisos falsos de sua avó e foi até a gaveta do armário e pegou uma lanterna grande. E depois se dirigiu até a sala e pegou o seu taco de beisebol. E se encaminhou a escada, que levava a escuridão.

“O que será que tem lá?”, “O que tanto minha avó esconde”, sua cabeça estava repleta dessas perguntas e quanto mais se perguntava mais tinha curiosidade. Ele subiu até a uma completa escuridão e ligou sua lanterna. A luz tremulava, pois o corpo de Daniel estremecia de medo, a cada passo que dava era um ruído estridente que ouvia. Ele começou a olhar ao redor, mas o que via era somente caixas, o sótão estava repleto de caixas velhas que tinhas cheiro de mofo.

“Só isso que tem aqui?!”, exclamou indignado. “Era somente caixas que minha avó tinha tanto medo que visse?”. Ele deixou que o taco de beisebol caísse de sua mão, que fez um som oco e forte que não o intimidou. Ele se dirigiu as caixas a sua frente e pegou uma caixa. De repente viu uma menina atrás das caixas.

Ele pulou para trás soltando um grito de pavor. E seu corpo paralisou, mas retomou a sua busca, sempre impulsionado por sua tamanha curiosidade.