quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Como as estrelas são...
Quando eu era criança sempre me perguntava como eu iria ser quando crescer, contudo quando essa idade chegou. Queria mais do que tudo voltar a minha infancia, deitar na grama da minha casa com os meus primos.
Como voltarei aonde minha inspiraçao mora? Quando pedirei que volte e nunca me abandone novamente, dificil há certas coisas que vão e nunca voltam.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Amor platônico
Amores platônicos para mim, são ervas daninhas que nascem, e são sempre rejeitadas, e são arrancadas bruscamente por quem os odeia, no entanto sempre fica a raiz. E é essa raiz que doí tanto. E como todas as feridas, é apenas o tempo que cura. Sorte daqueles que acham um remédio para que isso sare logo, mas para aqueles não acham têm que se conformar com o remédio chamado tempo, que demora para sarar.
E como a maioria das feridas profundas sempre que saram se tornam cicatrizes que nos fazer nos lebram de como nos machumos. Continuo me perguntando o porque permanesso observando, alguem que não me ama mais. Então eu me lembro da famosa frase da Carol Westphal:
" O amor é uma droga"
O amor platonico é uma droga quando não é correspondido, e o amo verdadeiro vira uma droga quando também não é correspondido. Ok, esta é a minha teoria.
Me lembro do meu amor platônico antes do meu ex, quando eu jurei que nunca ia me apaixonar novamente. Bem isto foi antes de reencontrar o Luis minha antiga atração. E eu digo:
"O amor não é uma droga, mas o coração é, pois escolhe cada mala prar gente se apaixonar!"
domingo, 13 de junho de 2010
Um outro sonho...
Dedico essa historia a Aparecida, já que era ela no meu sonho.
Andando sob essa floresta escura, onde apenas a lua mal iluminava o lugar onde eu estava. Eu estava perdida. Todo o lugar que eu andava parecia igual, senti que estava dando voltas por essa enorme floresta. Cansei de contar às vezes que cai por tropeçar com coisas no chão a qual não podia ver. Meu tornozelo estava doendo, provavelmente eu o tinha torcido.
Como eu queria estar naquele castelo, especialmente em meu quarto. Onde eu ficava praticamente dias inteiro lendo livros da minha biblioteca particular neste castelo. E quando a noite vinha, aparecia sempre em meu quarto meu anjo noturno, com quem sempre estive as noites desde que comecei a morar aqui.
E em uma tarde normal, eu estava aninhada em um sofá encostado na janela, tomando uma xícara de café, e lendo ilíada. Percebi a vista que minha janela dava que era uma sombria floresta. E logo minha curiosidade se fez ativa, me fazendo sair no outro dia sozinha para explorar a floresta.
E agora cansada de tanto andar, me escorei no pé de uma árvore. Estava frio, mesmo estando coberta de blusas e um cachecol. Sentia o vento gélido beijar meu rosto. E então comecei a ouvir o som de passos apressados, e meu coração começou a disparar. Quando ia virar meu rosto, eu ouvi uma voz conhecida.
- Não olhe para mim - disse meu anjo noturno, pedindo a mesma coisa sempre - feche seus olhos.
Nunca entendi bem a razão porque ele queria sempre se escondeer de mim, ele sempre disse que era porque ele tinha medo que se eu soubesse o que ele era que sentiria medo dele.
Eu obedeci seu pedido, e senti suas mãos frias puxarem meus braços, e fui puxada , quando vi estava sob as suas costas.
- Por que você fugiu do castelo? Eu te magoei?- perguntou ele nervoso
- não..
- Então por que você veio até aqui?
- minha curiosidade me impulsionou a conhecer essa floresta - respondia a ele.
- Devia ter perdido pra mim, eu ia pedir para alguem vir com você e te guiar.
- Me desculpe - disse a ele gemendo.
- Se eu não te amasse, teria ter deixado você aqui a noite inteira por não me obedecer - disse ele
- ainda bem que você me ama - respondi
- sorte sua - disse ele.
Quando eu senti o vento contra meu rosto parar imaginei que já estivesse em casa. Então ele me deitou em algo macio, decerto minha cama. E comecou a me beijar como sempre, e suas maõs comecaram a procurar um modo de tirar minha roupa.
Era assim minha vida, um conto estranho e um tanto romantico.
FIM
sábado, 24 de abril de 2010
moda...
Por mais infantil que parecesse, todos os outros peixes viravam a cara para ela, somente o amarelo se balançou chamando sua atenção.
-Julia, que mal gosto! - exclamou sua amiga fernanda - esse peixe é tão feio.
- Concordo -disse a Anelise - amarelo é tão apaguado, por que você não pegua um azul, é mais bonitinho do esse amarelo.
- Não, prefiro esse - disse ela sorrindo segurando o saco com seu peixinho amarelo
Passando o tempo, os peixes das amigas de Julia nao passaram muito tempo depois de seis meses. Contudo o Kaue, o peixinho de Julia durou cerca de três anos, o tempo máximo que um peixe beta dura. Se ele falasse, ia contar todos os desabafos que ele ouviu de julia, de como ele a fazia rir apenas se balançando pra lé e pra cá.
A vezes não é aparencia que faz a diferência, mas como alguém pode ser.
quarta-feira, 24 de março de 2010
- Nós vamos fazer hoje um auto-reconhecimento - disse ela me olhando - por favor feche os olhos e relaxe.
Fechei meus olhos , e tudo estava silencioso. Comecei então a pensar em muitas coisas, de como eu iria dizer tudo o que eu estava sentindo, de como iria desabafar meus problemas ou por qual deles iria começar a falar. Então ela interrompeu o meu transe.
- Julie, eu quero que entre dentro de si mesma e me diga onde você está?
"Onde estou?", pensei. "O que seria aquele tal auto-reconhecimento?". Minha cabeça estava atordoada de um turbilhão de pensamentos.
- Por favor, se concentre, é um dos exercicios fundamentais para a sua melhora - disse como se eu fosse uma doente metal.
Me senti doente, muito doente precisando urgentemente de ajuda. Mas eu sabia que não era. Resolvi provar para ela o contrário. Me aninhei mais ainda a poltrona, e me imaginei em um lugar vazio tudo era branco, e a minha frente estava eu, em pé, com os olhos fechados e sorrindo, como se eu estivesse sentindo algo magico. Andei até mim mesma e fiz uma coisa mais improvavel em todo o planeta, entrei dentro de mim mesma. E me assustei pelo modo que eu estava, sentada em uma cadeira no centro de uma sala e com o meu corpo de frente com a porta, mas a uma boa distancia. A sala era enorme e tão vazia que dava uma certa melancolia continuar ali.
Eu estava completamente agasalhada, com casacos longos e grossos me aquecendo, e um cachecol fofo aquecendo meu pescoço e uma touca de croche sobre minha cabeça. Porém não era o suficiente, ainda sentia muito frio. Então olhei para a jenela do meu lado esquerdo, ela estava fechada, contudo não possuía cortina, assim conseguia ver lá fora. Como o dia estava ensolarado, tinha a linda visão de um vale, com um lindo rio correndo entre ele. Podia ouvir os passáros cantar felizes, comemorando o dia feliz.
Não podia entender o porque não saia daquele lugar triste, porque eu não tirava aquelas roupas e não sentia o dia quente que estava lá fora. Eu preferia estar sentindo frio a sentir como seria melhor lá fora.
Me sentei, e olhei para ela triste quase chorando. Então andei até a janela e olhei pra o céu azul que estava lá fora.
-Deus - disse falando alto - me ensina a não ficar aqui dentro quando há um dia tão belo lá fora.
sábado, 20 de março de 2010
Qual caminho devo escolher?
Qual deles você escolheria?
quarta-feira, 10 de março de 2010
Ela estava desolada, se encontrava com ele, mas sempre era pega e levada ao castelo novamente. Com sua dor enorme a princesa decidiu virar uma estatua para que todos vissem sua dor. Então ela correu até um bruxo e implorou para ele que a transformasse em estatua e a posesse na fonte da praça principal.
Ela foi pega cinco vezes tentando ser estátua, mas ela não desistiu. Então na sexta vez quando viram que ela tinha sumido e foram até o bruxo, não a encontraram lá e mataram o bruxo.
Quando estavam voltando ao castelo, viram que a praça estava lotada de pessoas. E ficaram boquiabertos com o que viram. A princesa estava em cima da fonte, com um lindo vestido, mas estava chorando.
Sim eu realmente sonhei com isso, quando eu tinha apenas sete anos, mas eu nunca me esqueci desse sonho
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
obs.: a parte azul foi oque ele passo.
Esqueci o titulo
Meia - noite. Ela atravessa a rua apressada. Aperta com força o pacote em seus braços. ouve passos atrás de si. Sente o coração acelerado e, de repente sente uma mao fria sobre seu ombro. E em reação ao toque se corpo se enrigeceu. Ela teve medo de olhar para trás, medo de quem poderia ser.
"Minha tarefa falhou", pensou
Um homem surgiu a sua frente, com um sorriso meigo , que logo a acalmou.
- Calma Emely, sou eu, o Rafael - disse acariciando seu rosto - não podia deixar você andar sozinha por ai com o NANNOS. Já imaginou se vocÊ deixasse cair? Nossa, te desintegraria em questao de segundos.
- Sim, me desculpe, achei que estav sendo seguida - disse se acalmando - temos que chegar o mais rápido possivel ao laboratório - disse apertando com mais cuidado o pacote em seu peito.
- Acho que estamos mesmo sendo seguidos, vamos.
Então eles continuaram seu trajeto. E Emely segurava com todo cuidado o vidro que continha uma arm,a letal que custava mais que milhoes de dólares.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Você é um louco ou um simples e chato normal e perfeito???
sábado, 20 de fevereiro de 2010
um começo de um historia sem fim
Daniel era um menino muito curioso. Ele se aventou uma vez no sótão da casa de sua avó, onde lhe foi explicitamente proibido que fosse. Mas dizer “não” a uma criança de doze anos era como dizer “sim, pode ir”. Ele estava com medo, medo pelas histórias assustadoras que sua avó contava acerca do que tinha no sótão, mas sua curiosidade foi maior que seu próprio medo, assim o impulsionando a ir.
Então, numa tarde em tinha adormecido a Sr Andersen foi ao mercado. Ela sabia que ele iria aproveitar a folga para ir para o sótão, mas deixou que continuasse a dormir e que quando acordasse fosse até onde sua curiosidade o impulsionava. Ela tinha certeza que ele não se machucaria, então nem se importou com tudo. Sempre deu a impressão ao seu neto que monstros habitavam aquele lugar, mas tudo era inventado para que assustasse seu neto. E sim assustou e ao mesmo tempo o deixou com muita curiosidade.
Quando acordou, Daniel se dirigiu a cozinha de sua avó, pois estava com muita fome. Mas ao invés de encontrar sua avó tricotando, ele avistou um bilhete em cima da mesa.
Daniel
Fui à casa de uma amiga minha, não quis te acordar, pois estava em um sono profundo. Ficarei fora por cerca de uma hora, se comporte!
Caso esteja com fome, eu fiz um bolo de chocolate seu preferido. Se tiver algum problema ligue para casa de Sr Langer, o numero se encontra na agenda ao lado do telefone.
Espero que se divirta, e se comporte!
Anne
Um enorme sorriso surgiu, mostrando seus dentes tortos. Ele estava livre para fazer o que bem entendesse, podia até ir ao lugar que estava explicitamente proibido para ela. ‘Por que não?’, pensou
Daniel, apesar de sua curiosidade, se importou com os avisos falsos de sua avó e foi até a gaveta do armário e pegou uma lanterna grande. E depois se dirigiu até a sala e pegou o seu taco de beisebol. E se encaminhou a escada, que levava a escuridão.
“O que será que tem lá?”, “O que tanto minha avó esconde”, sua cabeça estava repleta dessas perguntas e quanto mais se perguntava mais tinha curiosidade. Ele subiu até a uma completa escuridão e ligou sua lanterna. A luz tremulava, pois o corpo de Daniel estremecia de medo, a cada passo que dava era um ruído estridente que ouvia. Ele começou a olhar ao redor, mas o que via era somente caixas, o sótão estava repleto de caixas velhas que tinhas cheiro de mofo.
“Só isso que tem aqui?!”, exclamou indignado. “Era somente caixas que minha avó tinha tanto medo que visse?”. Ele deixou que o taco de beisebol caísse de sua mão, que fez um som oco e forte que não o intimidou. Ele se dirigiu as caixas a sua frente e pegou uma caixa. De repente viu uma menina atrás das caixas.
Ele pulou para trás soltando um grito de pavor. E seu corpo paralisou, mas retomou a sua busca, sempre impulsionado por sua tamanha curiosidade.

